A Síndrome do Pânico é um transtorno de ansiedade muito comum, caracterizada por uma crise inesperada de desespero, insegurança e medo, aparentemente sem qualquer risco real. O episódio é marcado por crises de
ansiedade inexplicáveis, que estão associados a sintomas físicos parecidos com os de um ataque cardíaco. Por afetar várias pessoas, muitos se perguntam o que provoca a Síndrome do Pânico.
Em geral, os indivíduos com esse quadro permanecem preocupados constantemente com o medo de um ataque recorrente. No entanto, ele pode acontecer inesperadamente, inclusive durante o
sono. As crises causam sintomas psicológicos e físicos, trazendo prejuízos à manutenção das atividades normais do dia a dia.
Se você deseja saber quais são os sintomas, as causas e o tratamento para a Síndrome do Pânico, não perca nosso post. Boa leitura!
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Quais são os sintomas?
A Síndrome do Pânico pode ocorrer a qualquer momento e em qualquer lugar. O indivíduo se sente sobrecarregado e aterrorizado, mesmo que não haja perigo. Logo, trata-se de um intenso desconforto que pode atingir o pico em pouco tempo.
Geralmente, o ataque passa em 10 minutos, mas também pode durar horas. Caso não seja tratada, a síndrome leva à agorafobia, um medo constante de estar fora ou em lugares fechados. O ataque começa de repente e apresenta pelo menos 4 dos seguintes sintomas:
- onda de calafrio e calor;
- vertigem ou tontura;
- náusea;
- sudorese;
- sensação de sufocamento e falta de ar;
- taquicardia e palpitação;
- desconforto ou dor no peito que se confundem com o infarto;
- despersonalização (impressão de desligamento do mundo exterior, como se tivesse vivendo um sonho);
- medo de enlouquecer ou de perder o controle;
- medo de morrer;
- abalos e tremores.
O que provoca a Síndrome do Pânico?
Ainda não há um consenso sobre o que provoca a Síndrome do Pânico, mas existem fatores que influenciam esse comportamento. Ela está associada a transições significativas que acontecem na vida, como ter o primeiro filho, casar ou deixar a casa dos pais para estudar. Essas são as causas principais que podem criar estresse e levar ao desenvolvimento do transtorno.
Outros fatores de risco que desencadeiam o problema incluem:
- má aceitação de erros e perfeccionismo;
- ocupação constante;
- repressão de sentimentos pessoais negativos;
- altas expectativas;
- tendência a excesso de preocupação;
- histórico de abuso e violência na infância;
- morte ou situação de doença de algum conhecido querido.
Qual é o tratamento?
O tratamento do problema inclui o uso de medicamentos antidepressivos e a psicoterapia, principalmente a abordagem cognitivo-comportamental. Esse tipo combina duas frentes:
- cognitiva: reconhece o estímulo desencadeador específico e interno, como sensações, emoções e pensamentos, e leva à modificação do padrão de interpretação;
- comportamental: resulta na mudança de comportamento disfuncional do indivíduo, com isso, tende a restabelecer o bem-estar e a qualidade de vida.
Embora a psicoterapia seja bastante eficaz, em algumas situações os profissionais podem recomendar um trabalho multidisciplinar entre psiquiatras e psicólogos.
Agora que você já sabe o que provoca a Síndrome do Pânico, é importante ficar atento aos sintomas e procurar tratamento médico. Por isso, busque a ajuda de um profissional para lidar com esse tipo de problema.
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